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28.10.04
 
Não sei se a história é verídica, recebi por e-mail, mas é GENIAL

PARA TODOS OS QUE TÊM DE TRATAR COM CLIENTES IRRITANTES, OU COM PESSOAS QUE SE ACHAM SUPERIORES ÀS OUTRAS .
Aprenda com a funcionária da GOL !

Uma funcionária da GOL, em Congonhas-SP, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo, quando teve que
lidar com um passageiro que, provavelmente, mereceria voar junto com a bagagem.
Um vôo lotado da GOL foi cancelado (por razões óbvias !). Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete em cima do balcão e disse:
- Eu tenho que estar neste vôo , e tem que ser na Primeira Classe !
A funcionária respondeu:
- O Senhor desculpe,terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas primeiro, já Que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo !
O passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila ouvissem:
- Você faz alguma idéia de quem eu sou ?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando:
- Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor ? (a sua voz ecoou por todo o terminal). E continuou:
- Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, e deve estar perdido! Se alguém é responsável pelo mesmo, ou é parente, ou então puder
ajudá-lo a descobrir a sua identidade,favor comparecer aqui no balcão da GOL , obrigada !
Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Eu vou te .... !
Sem recuar, ela sorriu e disse:
- Desculpe, meu caro senhor, mas mesmo para isso vai ter que esperar na fila.
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27.10.04
 
TESTE

Quando você era criança........
Todo dia se empanturrava de...



e depois assaltava a



para pegar uma...

ou um

tudo isso escutando...

na

e lendo...



em vez de estar estudando na sua...



e depois colocava seu



e enchia a boca de (uns 4 pelo menos)



fugia para ir jogar bola no campinho e voltava igual ao



que para limpar só lavando com



Se a mãe soubesse, seria surra na certa e castigo:
sem assistir


perdendo assim seus seriados preferidos:



sem falar nos desenhos:



o melhor a fazer era ir direto pro quarto e se enfiar debaixo do



abraçado com seu



e sonhar.

Se vc lembrou de todas essas coisas, sinto informar, mas vc está velho....
Eu juro que não lembro!!!!!!!

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26.10.04
 
Retirado do IG:
Biscoitos da sorte: conheça a história dessa iguaria chinesa



A história dos biscoitos da sorte é mais antiga e curiosa do que muitos pensam. Sua origem nos remete ao século XIII, quando o território chinês era ocupado pelos conquistadores mongóis.

Este é um período tomado por grandes batalhas lideradas por Genghis Khan, o líder mongol cujo império ocupou desde o lado asiático do Oceano Pacífico até a borda leste do Mar Negro.

Durante muito tempo o povo chinês planejou um levante contra os invasores e, para que seus inimigos não descobrissem qual seria a data da revolta, os chineses esconderam mensagens em bolos em forma de meia-lua, cujo sabor à base de pasta de lótus era detestado pelos mongóis.

Dessa forma um famoso revolucionário chamado Chu Yuan Chang tratou de distribuir grande parte dos bolinhos disfarçado de monge taoista. O levante foi um sucesso e decretou o fim da invasão mongol e o início da dinastia Ming, conhecida no mundo inteiro por sua inigualável porcelana.

Mas foi apenas no século XIX que nasceu o biscoito da sorte no formato que conhecido pro todos atualmente. É que na época da corrida do ouro norte-americana muitos chineses imigraram para os Estados Unidos e trabalharam na construção de diversas estradas de ferro, recebendo destaque a que ligava Serra Nevada até a Califórnia.

Nesse período os chineses colocavam mensagens de boa sorte dentro de biscoitos e trocavam durante o Festival da Lua, substituindo os tradicionais bolos. Desde então os biscoitos da sorte ganharam notoriedade e tornaram-se parte indispensável de qualquer refeição chinesa nos quatro cantos do mundo.

A primeira fábrica de biscoitos da sorte surgiu nos Estados Unidos em 1964. Até então tais iguarias eram feitas de forma artesanal
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19.10.04
 
Meu filho me mandou um e-mail com uma mensagem muito legal. Resolvi colocar o endereço aqui para que vocês conheçam a historinha de Mamu.
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12.10.04
 
A última crônica
Fernando Sabino



A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.

A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura - ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido - vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

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